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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Viagens e sítios: Serra para que te quero

Pelos caminhos de Portugal, lalalallalalalalallalal sem igual
Pronto não sei a letra toda mas sei que é uma música do Roberto Leal que ouvia em pequena e que se adequa!!

Sou tuga tuga tuga porque para minha vergonha conheço melhor o país dos outros que o meu e pior nem a minha capital conheço bem e menos ainda as minhas "Beiras".

Este Natal decidimos mudar um bocadinho isso é fomos passear!!
Por sugestão da minha Mani e cunhado fomos ao Museu do Pão em Seia.
Mas claro antes tive de cumprir uma promessa antiga e levar o meu mais que tudo à Serra da Estrela.
O tempo não podia ser o mais indicado: sol com frio, limpo e sem chuva, sem neve é certo mas também sem gelo!!!

Fotografia atrás de fotografia fui captando a magia da Serra... A cabeça do Velho, a aldeia do Sabugal, a bela sandes de presunto, enfeirar um artigo de lã, no meu caso uma boina vermelha linda de morrer e que me aqueceu o cucurutu, a visão da água cristalina das Barragens, ver os outros a fazer Sku, a ida à Torre, brincar na pouca neve que existia à beira da estrada, a trinca na bela da regueifa, e depois a paparoca!!
 


As opções eram três:
Ir a Piódão, a aldeia presépio de Portugal
Ir a Folgosinho
Ir ao Museu do Pão a Seia

A escolha foi o Museu do pão.
A visita ao museu tinha mesmo de ficar para depois de almoço porque a fome apertava e no espírito só estava “WE NEED FOOD”. O almoço foi um repasto. O buffet à disposição no restaurante inclui entradas, pratos quentes, de carne e peixe, e sobremesas. A ementa é fixa para cada dia da semana e a sala está sempre cheia. As receitas contam a história da região e o ingrediente principal é o pão, não ficasse este restaurante no museu que lhe é dedicado. O bacalhau à Museu é uma das especialidades deste espaço, que se afirma defensor das tradições gastronómicas beirãs. Nas sobremesas, as escolhas são variadas, do arroz doce às pêras bêbadas.
A nós calhou-nos um arroz de polvo de morrer e um lombinho de porco com couves salteadas, batatas assadas e ananás… delicioso. 
Rebolávamos ao fim do almoço e garanto que ninguém comeu antes da hora do jantar. 
E depois o Museu.


Os bilhetes baratíssimos para aquilo que se costuma pagar nestes museus temáticos – 5 € adultos, 3 € crianças e pessoas com mais de 65 anos – e em mais de 3.500m², existem quatro salas expositivas e de vários outros espaços do complexo museológico, poderá conhecer os antigos saberes e sabores da terra portuguesa.
As salas são claro dedicadas ao pão e existe um filme em constante exibição que demonstra a evolução do pão ao longo dos séculos. Permite, a quem gozava comigo sobre os nomes que eu dava ao pão, perceber que o mesmo pão se chama coisas diferentes em sítios do país diferente, e pode ser inclusivamente diferente que na composição diz respeito.
A área mais gira e divertida é a ultima sala onde os pequeninos são convidados a moldar massa de pão para fazer uma bolacha alusiva ao museu com o respectivo nome. Ora o meu afilhado tem uma, o meu cunhado também tem… ora bolas eu também tinha de ter. Depois de muita insistência e de muitos NÃO ADULTO, É SÓ PARA OS PEQUENOS, eis que eu me atiro para cima de um rolo da massa e dos restos da massa dos pequenitos e fsço também eu uma bolacha em conjunto com o meu marido. Uma borboleta e elefante foi o que conseguimos fazer mas agora também posso dizer: TENHO UMA BOLACHA DO MUSEU DO PÃO.
Só falta envernizar ;)



À saída, (ou à entrada como preferirem ver a coisa) ainda existe uma Mercearia onde se vendem todos os produtos regionais – pão, queijo, presunto, pai e outras recordações.


 
 
Em suma, 
O Museu do Pão é um complexo museológico privado onde se exibem e preservam as tradições, história e arte do pão português.
 
De comer pãozinho até rebolar ;)
 
 


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