O ano de 2015 ainda agora começou, e eu já tropeço nas minhas ideias.Não sei se ria ou se chore, porque acho que nunca senti tanta necessidade de ter dias maiores.
24h é sobejamente pouco para que possa fazer tudo o que a minha rica cabecinha pensadora mas vou fazendo, planeando, sendo cada vez mais rápida e precisa a fazer as minhas “engenhocas”.
O que é que eu inventei agora?
O armário da minha sala.
Foi uma luta, confesso.
Tinha para mim bem definido o que eu queria, mas a verdade é que nunca vi e a opção que escolhi também não é o que tinha idealizado, mas cumpre o objectivo: não transformar uma mega sal, num canto mínimo e acanhado.
Estou mega feliz.
Tinha para mim bem definido o que eu queria, mas a verdade é que nunca vi e a opção que escolhi também não é o que tinha idealizado, mas cumpre o objectivo: não transformar uma mega sal, num canto mínimo e acanhado.
Estou mega feliz.
Mas como não fui eu quem o montou, o armário passa já para segundo plano.
Consegui finalmente dar o devido destaque aos presentes que recebemos no Nosso casamento.
Desde o Decanter oferecido pela minha Isabelinha, a uma jarra da Vista Alegre de morrer, até aquelas que são as chávenas de café mais perfeitas do mundo para mim: A colecção de chávenas dedicadas a Fernando Pessoa e os seus heterónimos, da Vista Alegre.
Porquê?
Tenho mesmo de explicar? O Fernando Pessoa é para mim o melhor Autor de sempre… pode ser dito por muitos como excêntrico por ter “inventado” os heterónimos Álvaro de Campos, Bernardo Soares e Alberto Caeiro, tão diferentes entre si e em relação a ele próprio, mas eu percebo a necessidade dele. Talvez porque partilhamos o mesmo signo, que per si é sinal de uma inquietude mental atroz, talvez porque não nos consigamos contentar com a limitação social de termos de ser apenas um… não sei, apenas posso dizer que Fernando Pessoa é para mim o meu reflexo artístico.
O conjunto era apenas de 4 (bem não poderia ser mais na medida em que é um por cada “pessoa” de Fernando Pessoa), mas eu não contente fui comprar mais dois conjuntos e desta forma tenho12 magnificas chávenas de café :)
Estou deliciada, se me perguntasse como faria uma homenagem a tal marco na cultura portuguesa, não sei se faria melhor.
Chávenas sem asa, em forma de copo com o fundo arredondado, com a estampada do retrato de cada um deles, um pires fundo para acomodar a chávena, com o fundo de cores distintas para que a cada cor corresponda um “Autor” e no rebordo do pires uma frase que instintivamente nos permita identificar quem é quem.
É simplesmente genial pela sua simplicidade. Mais quem não souber a quem pertencem as frases nas costas do pires está a resposta em jeito de Quizz.
Para concluir basta dizer quem é a autora Catarina Pestana.




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