Porque o Porto me “agarrou” e não encontro palavras mais exactas para de si falar com as que abaixo seguem, resta-me deixar-vos o que o meu “olho” viu.
Ver o Porto! Ver o Porto é evocar certa forma de cidade escondida que conservamos dentro de nós, densa, inpenetrável, como a neblina envolvendo as manhãs e fundindo o rio com os cais e os barcos. Ilusão de sombras irreais. Transparências. Crepúsculos caindo, suaves, recortando a leveza das pontes, a elegância das torres, os contornos do casario.
Ver o Porto é evocar a suave melancolia dos jardins da cidade – sobretudo no Outono – quando o ambiente se converte em nostalgia.
Ver o Porto é reconhecer a diversidade das suas freguesias, do interior das margens do Douro, em Campanhã, à costa Atlântica, na Foz e em Novogilde. É a descoberta dos segredos de uma cidade impregnada de espontânea e assumida identidade.
By Hélder Pacheco










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