Há muitos colecionadores e pode-se coleccionar quase tudo!
A alguns esta mania começou logo desde a infância, a outros o “bichinho” das coleções apanha-os mais tarde. Alguns têm dezenas de coleções, outros têm apenas uma grande paixão. Algumas colecções são sentimentais, algumas são engraçadas e outras até valiosas…
Thimble, singerhut, digitale, como é conhecido em outros idiomas, o dedal é uma pequena peça colocada no dedo (no maior de todos para que conste), para ajudar a enfiar agulha, enquanto se costura e evitar a picadela.
Como se nota é coisa do passado, obsoleto, usado provavelmente apenas pelos alfaiates que fazem roupas sob medida, costureiras requintadas ou que fazem reparos, numa escala bem reduzida.
Na casa da minha mãezinha ainda há um desses belos espécimes, já por estas bandas...
Os dedais actualmente sobrevivem, sobretudo, como artigo colecionável.
Devo começar por esclarecer que outrora, pela condição dos que os adquiriam, os dedais eram fabricados em ouro, prata, bronze, ferro etc. Constituíam verdadeiras obras artísticas.
Hoje, é essencialmente a porcelana o material dominante e a sua maior utilidade é mesmo como souvenir e recuerdo.
Os dedais, como outros objetos de colecção, são temáticos, podendo variar, quanto ao material de que são fabricados e quanto às figuras expressas na parte externa.
Há também diversidade no diâmetro, como decorrência da espessura do dedo.
Como já perceberam vou lançar-me no mundo do coleccionismo e vou começar pelos dedais. A colecção que vou fazer tem o propósito de homenagear alguém que me é muito querido e sempre o será... Assim vai ser mais uma continuação de um trabalho de muitos anos.




Sem comentários:
Enviar um comentário
Comenta aqui: