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domingo, 4 de maio de 2014

O meu casamento: episódio#2

E como o prometido é devido, pelo menos para mim, aqui continua a saga do noivado e da preparação do meu casamento!!

Por onde começar?! A seguir ao oficializar o noivado, confesso que a confusão foi geral na minha cabecinha... Não sabia bem por onde começar porque verdadeiramente achava que faltava imenso tempo mas depois de repente começava a achar que não tinha tempo nenhum!!

Metódica como sou, sentei-me e escrevi uma lista das coisas a tratar é daquela que achava ser a antecedência conveniente, não só para escolher o que queria, como para ter noção de preços e do que se teria de poupar.
Sorte foi logo no mês de Janeiro realizar-se a Expo-Noivos em Lisboa e claro era obrigatório ir. Fui com a minha madrinha Raquel Lemos, que sofreu horrores nas minhas mãos e à pala das minhas loucuras e com a mãe dela! Na verdade, acho que foi uma tarde bem mais divertida e do ter a certeza do que não poderia haver no meu casamento e do que não tinha dinheiro para, do que propriamente para ter grandes ideias. Um dos exemplos do que não iria conseguir escolher era a Quinta do Roseiral, perto da Ericeira, como local para o copo de água! Porquê? Pelo óbvio... O preço por pessoa é completamente fora do budget e como casar não deve ser sinônimo de exbanjar... Quem sabe para outra ocasião!!

Ideias que em Janeiro de 2011 eram sólidas:
• casamento apenas pelo civil;
• local do copo de água teria de permitir a realização da cerimônia;
• casamento a realizar na zona de Lisboa;
• vestido sem ser cai-cai

Tudo o resto eram apenas especulações!!
Começámos a investigação de quintas na zona de Lisboa, até porque eu a casamentos já fui a muitos na zona de Lisboa... Nem por isso!
A minha Mani e Madrinha sugeriu uma na margem sul, em Almada, a Inês Reis a Quinta Moinhos de S. Filipe, em Setúbal, um amigo a quinta do Vale em Loures, e muitas muitas quintas surgiram para os lados do Ribatejo, como a Quinta de S. Gonçalo, da Bichinha e outras que tal!

Comecei a ver demais e a gostar de menos... Verdadeiramente não estava a perceber como iria descalçar esta bota, mas tínhamos de começar! Faltava muito, mas as quintas boas esgotam rápido e tínhamos de fazer planeamento financeiro!
Em Março decidimos começar.
Eu, obviamente, tinha a minha escolha já feita e sabia bem o que queria, mas naturalmente tinha de ser algo escolhido pelos dois. Decidi adoptar uma estratégia de mestre e deixar o David escolher a primeira quinta a ver: foi a de Loures.

A quinta não era má, mas não fez click. Era um casarão no meio de um enorme jardim! Gostava do jardim e da ideia de ser possível fazer um Lounge cá fora com puffs! Não gostava do espaço para fazer a cerimônia, da vista inexistente e para ser muito honesta odiei quem nos recebeu. A minha estratégia estava a correr bem...

Março e Abril passaram sem novidades. Em Maio, numa das nossas muitas idas para a zona de Sesimbra, desafiei o noivo a irmos a Setúbal ver a Quinta dos Moinhos de S. Filipe, a minha escolha.
A Teresa Olaio, a responsável pela quinta estava a nossa espera! Enquanto subíamos para a quinta, a cara do David foi sendo expressiva... Adoramos a zona da Arábida e por isso estava a marcar pontos.

Chegados à porta da quinta, e não sabendo o que o esperava, o David foi apanhado de surpresa quando as portas se abriram e Tróia no seu explendor nos cumprimentou acompanhada pelos magníficos moinhos!! Naquele momento soubemos ambos: esta era a Nossa quinta, o sítio onde queríamos casar e festejar o nosso amor com os nossos amigos e familiares!!

Tudo parecia feito à nossa medida e a ir de encontro àquilo que tínhamos projectado, até um detalhe que não tinha pensado: era oferecida a dormida aos noivos na noite do casamento! Perfeito. A Teresa Olaio respondeu pacientemente a todas as questões, dúvidas e preocupações alertando para o facto de Maio ser um mês muito concorrido e que por isso deveríamos pensar rapidamente no que queríamos, naquela ou noutra quinta pois era panorama geral. 

Saímos da quinta, de sorriso rasgado, com as contas na cabeça e com o coração apertado, tinha de ser ali, tínhamos de conseguir!!

A semana seguinte foi a das contas definitivas e da decisão: vamos ver mais ou ficamos por aqui?!
Ficámos por ali e não vimos mais nenhuma quinta!!
Reservámos o dia 12 de Maio de 2012 e siga "pra bingo".
Menos uma preocupação. 
Em Agosto visitámos novamente a quinta para escolha dos menús e era tudo tão fácil que eu temia estar a cometer um erro gigante, mas no fim de contas correu tudo como planeado, bem quase tudo mas isso fica para depois ;)

Inês, you did it again!!

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