Em tempos em que os cuidados com a linha voltam a estar na ordem do dia, o que
além de ser profundamente errado, pois deveríamos pensar neles o ano inteiro e
não apenas nos 3/4 meses antes do início da época balnear, máxima que se devia
aplicar ainda mais a mim que me apercebi: já está quase quase aí a minha super
viagem, há algumas máximas a relembrar.
E por isso decidi lançar-me em estudar, apreciar e partilhar algumas ideias/certezas erradas sobre as melhores formas de perder peso. Não que eu seja entendida na matéria, mas tenho lido algumas coisas para perceber melhor uma frase dita que nunca entendia: para emagrecer é preciso comer!!
Acho que toda a gente pensa que deixar de comer é a ideia certa... Será?!
Vou dedicar as próximas semanas a cada um dos mitos mais "normais"
sobre nutrição para trazer alguma "luz" sobre o assunto.
“As calorias são todas parecidas, venham
elas da carne de vaca, do whisky, do açúcar, do amido, do queijo ou das
bolachas de água e sal. Demasiadas calorias são sempre demasiadas calorias.” Fred Stare, fundador e antigo presidente do
Departamento de Nutrição da Universidade de Harvard.
Ainda paira no ar a teoria que as calorias
são todas iguais e que para perdermos peso o melhor é comermos menos. Mas as
coisas não são assim tão simples e a forma como o nosso corpo responde àquilo
que comemos, varia em função do tipo de macronutriente que comemos, sejam
proteínas, hidratos de carbono ou gorduras.
A Teoria do Equilíbrio de Energia diz-nos
que se consumimos mais do que aquilo que queimamos, ganhamos peso e que se
queimamos mais do que aquilo que consumimos, perdemos peso. Mas, será mesmo
assim? Esta ideia não é completamente errada mas é certamente muito incompleta
porque não considera as verdadeiras razões pelas quais engordamos.
No século XIX, havia um homem de sucesso
muito gordo chamado William Banting, que tinha dificuldade em amarrar os
atacadores e tinha que descer as escadas de costas. Em Agosto de 1862, Banting
vai ver um médico chamado William Harvey, que, ao examinar a sua dieta
verificou que este consumia grandes quantidades de pão, açúcar, batatas, bolos,
cerveja, alguma carne e verdura. Ao se deparar com esta situação, o médico
recomenda que Banting comece uma dieta mais rica em carne, mais calórica e mais
controlada em hidratos de carbono. Apesar do consumo de calorias ser mais
elevado que na sua dieta anterior, Banting perdeu mais de 20 quilos em seis
meses e conseguiu manter esse peso até falecer com 81 anos.
Não sei em que ano foi feita a afirmação que vimos no início mas por esta altura parece-me ser consensual afirmar que as calorias não são todas iguais. A comida tem um efeito hormonal no nosso corpo que vai fazer com que armazenemos gordura ou não.
Não sei em que ano foi feita a afirmação que vimos no início mas por esta altura parece-me ser consensual afirmar que as calorias não são todas iguais. A comida tem um efeito hormonal no nosso corpo que vai fazer com que armazenemos gordura ou não.
Regra geral, se a nossa dieta é composta por
demasiados hidratos de carbono, principalmente refinados ou sem fibra (farinha
branca, arroz branco, massa branca, cereais, batatas, açúcar, etc.), será muito
difícil não engordar e não ficar doente!
Já que estamos a falar disto, deixo-vos mais
um motivo para evitar tudo o que é branco: o dióxido de cloro, um dos químicos
usados para branquear a farinha (mesmo que depois venha outra vez a ser tornada
integral), vai combinar-se com a proteína residual na maioria destes alimentos,
formando aloxana, um tóxico que os investigadores usam em ratos de laboratório
para induzir diabetes. Exactamente – a aloxana é USADA para destruir as células beta do pâncreas e produzir
diabetes. Portanto, faça um favor a si mesmo e não coma coisas brancas.
Ou seja, os produtos integrais não são
apenas “manias” da malta do ginásio, há benefícios evidentes para a saúde e que
a todos pode beneficiar.
Só posso concluir que diferentes fontes de
calorias = resultados diferentes, sendo mais importante o tipo de do que a quantidade de.
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