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domingo, 14 de dezembro de 2014

Dispersos: a minha nova "mania"

Há muitos colecionadores e pode-se coleccionar quase tudo!

A alguns esta mania começou logo desde a infância, a outros o “bichinho” das coleções apanha-os mais tarde. Alguns têm dezenas de coleções, outros têm apenas uma grande paixão. Algumas colecções são sentimentais, algumas são engraçadas e outras até valiosas…

Thimble, singerhut, digitale, como é conhecido em outros idiomas, o dedal é uma pequena peça colocada no dedo (no maior de todos para que conste), para ajudar a enfiar agulha, enquanto se costura e evitar a picadela.

Como se nota é coisa do passado, obsoleto, usado provavelmente apenas pelos alfaiates que fazem roupas sob medida, costureiras requintadas ou que fazem reparos, numa escala bem reduzida.

Na casa da minha mãezinha ainda há um desses belos espécimes, já por estas bandas...

Os dedais actualmente sobrevivem, sobretudo, como artigo colecionável.

Devo começar por esclarecer que outrora, pela condição dos que os adquiriam, os dedais eram fabricados em ouro, prata, bronze, ferro etc. Constituíam verdadeiras obras artísticas.

Hoje, é essencialmente a porcelana o material dominante e a sua maior utilidade é mesmo como souvenir e recuerdo.

Os dedais, como outros objetos de colecção, são temáticos, podendo variar, quanto ao material de que são fabricados e quanto às figuras expressas na parte externa. 

Há também diversidade no diâmetro, como decorrência da espessura do dedo.

Como já perceberam vou lançar-me no mundo do coleccionismo e vou começar pelos dedais. A colecção que vou fazer tem o propósito de homenagear alguém que me é muito querido e sempre o será... Assim vai ser mais uma continuação de um trabalho de muitos anos.



Estes foram já os que herdei e de minha iniciativa já se somam mais estes dois 


Mas mais do que os dedais que eu irei acrescentar a esta colecção, melhor será a sensação de carinho que cada dedal adicionado que seja oferta de um amigo.
De amigos recebi já dois, de duas cidades que adoro. Uma já visitei - Veneza - a outra espero visitar - Nova Iorque.

Foram oferecidos por duas boas amigas que perceberam que isto tem muito significado para mim e sei que mais dois já vêm à caminho.
Espero ver esta colecção aumentar a bom ritmo e agradeço todos os que me possam ofertar.

Com saudade 



Hoje é dia de: aniversário especial

A ti, meu querido amigo

Porque as minhas palavras são sem dúvida o melhor presente que eu te posso dar, porque por muito que escreva ficará sempre mais algo a acrescentar, quero escrever estas linhas para ti.

És um bravo entre mulheres e és sem dúvida um ser especial e singular logo por aí. Percebes o que é ser Amigo, o quanto é importante saber ouvir, saber estar lá, apenas por isso: por seres amigo.

A nossa amizade já vai longa e já registamos juntos momentos irrepetiveis: a semana de praxe na faculdade, as aulas de Micro e Macro às 8 da manhã, os infindáveis intervalos nas "cavalariças" ao frio e à chuva que se alegravam sempre ao som das Nossas palhaçadas, os silêncios certos para dar o conforto de nós sentirmos acompanhados e compreendidos, a dádiva de sangue que nos ia levando desta para melhor não fosse o suminho Compal que alegremente bebemos lado a lado no banco do corredor da FDUNL, a tua ida em Erasmus e as notas envias pela via dos teus pais, os jantares no maluco do Carlos ou no Orange, o fim do curso, os nossos exames de agregação, o nascimento dos nossos sobrinhos, o meu casamento, a tradição de me ligares à meia-noite do dia 19 de Junho depois de falares com a minha gêmea... A tua irmã por sinal.

A lista seria longa, longuíssima mas pequena em face daquilo que desejo para nós!!
Somos amigos há mais de 12 anos... Já rimos, choramos, discutimos e até mesmo estivemos sem falar por coisas menores e de importância zero se comparadas com a grandeza da Nossa amizade.
Como te "disse" ontem, bem-vindo aos "intas" e que hoje comece a década das Nossas vidas e que saibamos, como sempre soubemos, estar de braços abertos um para o outro para o tão reconfortante: "estou aqui".

Por tudo, obrigada!
Sobretudo por não me fazeres perguntas quando apenas quero estar na tua companhia!!
Não te esqueças de ti, não te percas, não desapareças... 
Sonha, sonha muito porque mereces que tudo o que desejares se concretize.

A partir dos "entas" acabaram-se estas paneleirices por isso é melhor que aproveites esta :)
Não te ter dedicado ou referenciado em mais posts tem apenas a ver com o facto de por vezes não te querer maçar com mais coisas de gaja... Caramba já nos aturas tanto... Só mesmo tu parando fazeres!!
Desculpa a minha "brusquidão" dos meus repentes para te acudir, sou assim e não consigo mudar, mas serei sempre a tua cobrinha.

Nos bons e nos maus

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

As montras de uma vida: Natal 2014

Estou verdadeiramente ansiosa para vos mostrar o que anda pelas montras desta bela cidade de Lisboa neste Natal. 

Não tenho tido oportunidade de passear suficiente pelas ruas da Baixa, Avenida da Liberdade ou outras que tais, mas isso não é impeditivo categórico – como diz o outro – para Vos trazer pérolas desta época festiva, que tanta margem para a imaginação deixa aos vitrinistas.

Assim, e porque tenho uma enorme surpresa para Vocês nesta rubrica nos próximos dias, decidi começar por aquela loja que ano após ano, nunca me deixou ficar mal nas montras de Natal: Louis Vitton, em plena Avenida da Liberdade.

 

Passei em passo acelerado uma noite destas, mas foi o suficiente para registar mais um ano de sucesso

Aqui Vos deixo.





quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Hoje é dia de: Life Freedom III

Sei que a rubrica é Hoje é dia de, mas hoje devia ser ontem foi dia de.

Ontem, os Xutos & Pontapés e os Linda Martini actuaram no Teatro Tivoli, em Lisboa, no espectáculo "Live Freedom", para assinalar o Dia Internacional dos Direitos Humanos. E eu fui


Graças à minha Candy. Amor, de coração, obrigada sabes bem o quanto te estou agradecida. Love you babe e claro que fiz um vídeo para ti


Organizado pela Amnistia Internacional Portugal e apresentado pelo humorista Ricardo Araújo Pereira, o evento pretende alertar, através da música, para casos de violação dos direitos humanos em vários países. Esta é já a terceira edição e parece-me que vale mais do que a pena participar.

Associado ao espectáculo está a "Maratona de Cartas", uma iniciativa global da Amnistia Internacional, que consiste no "envio massivo de cartas e postais por activistas de todo o mundo para as autoridades de diversos países, em protesto contra as violações de direitos humanos". Como disse o Ricardo Araújo Pereira, serve mesmo é para fazer “barulho”.


Este ano, são apontados quatro casos concretos: Liu Ping, activista chinesa contra a corrupção e que já foi torturada em prisão, Chelsea Manning, militar do exército norte-americano que divulgou documentos confidenciais através do Wikileaks, o nigeriano Moses Akatugba, condenado à pena de morte por assalto à mão armada, sem direito a julgamento, e a comunidade de Mkhondo, na África do Sul, onde grávidas e jovens mães morrem sem ter acesso a serviços de saúde pré-natal. Os Xutos apadrinham a causa do nigeriano Moses Akatugba, que foi preso quando era ainda menor de idade e a quem foi dado um tiro na mão, que lhe destruiu 3 dos 5 dedos, no momento do interrogatório no qual confessou um crime que não praticou, Sem desprimor para as demais causas, parece-me que foi bem escolhido.

De acordo com a Amnistia Internacional, em 2013 a "Maratona de Cartas" contou com cerca de 2,3 milhões de apelos de 143 países. De Portugal foram enviados mais de 96.000 apelos. 
A Amnistia Internacional, que reúne cerca de 3,2 milhões de membros em todo o mundo e existe em Portugal há mais de trinta anos.

Esta é claro está a apresentação formal do evento… agora “à minha maneira”.


Já tinha visto Xutos no auge da minha vida académica, mas não num recinto fechado com condições diferentes da terra batida. Creio que todos os anos que os membros dos Xutos dedicaram à Banda foram mais do que bem empregues. Adoro o Tim, adoro o Zé Pedro. Sei que são os mais conhecidos e por isso é normal que assim seja, mas eu gosto mesmo do espírito destes dois senhores que para mim quanto mais velhos melhor e a chegar perto do nível de resistência e performance dos Rolling Stones.

Ouvi uma entrevista do Tim no outro dia em que dizia que a sua música favorita era o “Para ti Maria” e que deve muito à mulher no que respeita à persistência para não desistir e deixar cair a banda. À mulher do Tim o nosso OBRIGADA.

Um pouco de história…

No final de 1978, Zé Pedro, Kalú, Tim e Zé Leonel, formam os Xutos e Pontapés, dando o primeiro concerto a 13 de Janeiro de 1979, com Zé Leonel na voz, Tim no Baixo, Zé Pedro na guitarra e Kalú na bateria, na sala Alunos de Apolo para a comemoração dos 25 anos do Rock & Roll.

Em 1981 entra para a banda o guitarrista Francis e sai Zé Leonel, assumindo Tim as funções de vocalista. Em 1982 sai o compacto 1978-1982, com músicas marcantes como "Sémen" e "Mãe". Em 1983 Francis sai da banda que passa a actuar com músicos convidados, entre os quais o saxofonista Gui, e no mesmo ano entra para a banda o guitarrista João Cabeleira.

O primeiro álbum gravado por João Cabeleira em 1985 foi Cerco com as músicas "Barcos gregos" e "Homem do leme" que sairiam também em single.

A explosão mediática começou em 1987 com o álbum Circo de Feras e os seus mega sucessos "Contentores", "Não sou o único" e "N'América". Continuou com o single "7º Single" e o seu estrondoso hit "A minha casinha". O álbum 88 foi um dos pontos mais altos da carreira dos Xutos e Pontapés com os mega êxitos "À Minha Maneira", "Para Ti Maria" e "Enquanto a noite cai", entre outros, dando início a uma das maiores turnés da banda que ficou retratada no álbum "Xutos - Ao vivo".

Na verdade, apesar de saídas, separações e novas entradas, a verdade é que a semente dos Xutos ficou, e deu bons e incansáveis álbuns. Este ano, em Janeiro e por altura do seu 35.º aniversário, lançaram o álbum Puros, com temas como “Tu Também”, “Cordas e Correntes”, “De Madrugada (Tu & Eu)”, “Salve-Se Quem Puder” ou “Longe (Perdido na Multidão)”.

E aqui tenho de dizer isto

35 anos depois os Xutos surpreendem e lançaram uma música que para mim vai directamente para o top 5 das músicas mais fantásticas que fizeram, falo do “De Madrugada (Tu & Eu)”. Deixo aqui o link. 

http://youtu.be/yHy0f4LRe-4

Ouçam… percebam a profundidade e mais o solo do saxofone. Estou completamente rendida… Avé Xutos e Pontapés.

 

Quanto aos Linda Martini… tenho de confessar: outro estilo de rock com o qual não me identifico, e pelos vistos a sala do Tivoli quase toda. Foi uma h complicada para os mais velhos, onde me incluo, sem margem para dúvidas. Ao fim da segunda música, olhávamos uns para os outros, íamos mudando incessantemente de posição na cadeira e manifestávamos a Nossa admiração com  o teor das letras… quer dizer, não sei se repetir a mesma frase 10 vezes aos gritos conta como letra… destaco o “Parecemos putos, amanhã não temos aulas”… pedindo desculpa aos fãs mas WHAT??? Pior, os mais entusiastas desta banda eram 3 miudos que estavam à nossa frente que assim que os Linda Martini saíram do palco, bazaram para não ouvir Xutos. A sério? Esta é a geração que vai conduzir o Mundo?? Tenho medo, muito medo. 

Mas pronto, revisitar Xutos é sempre um gosto

Mais uma vez Candy, és a maior ;)




terça-feira, 9 de dezembro de 2014

As minhas receitas: Arroz cremoso de Natal

Aquele que foi o meu prato de Natal para 2014.


Aviso já que com grande probabilidade quem for convidado para jantar lá em casa nos próximos tempos se arrisca a comer este maravilhoso pitéu.

Porquê?

Bem porque eu gosto e sou eu quem manda na cozinha ahahahahah

Brincadeiras à parte.

Esta receita surgiu-me como me têm surgido tantas outras… a folhear uma revista de mexericos sociais

 O nome da receita é Arroz cremoso de bacalhau e camarão… pode ficar apenas Arroz cremoso de Natal à la Blogueira. Que vos parece?!

 

Os ingredientes:

400 gr de bacalhau demolhado

1 limão

1 cebola

2 dentes de alho

100 mls de azeite

2 tomates pelados

300 grs arroz

600 mls de água

1 embalagem de nata com salmão Parmalat 200 mls

Q.b. sal, pimenta preta e coentros picados

 

A receita original diz que devem ser utilizados 8 espargos. Contudo, e porque pessoalmente não aprecio, não utilizei. Preferi cozer uma bela de uma couve portuguesa para acompanhar e cortar o doce do arroz. Mas como pode haver interessados, vou mencionar a forma de introdução dos espargos.

 

Comecemos.

Tempere o bacalhau com limão e pimenta preta moída. Reserve. Como sempre considero que usar já o bacalhau desfiado é bem mais económico e bem mais rápido. Deixe a descongelar de um dia para o outro e tem o problema resolvido.

Pique a cebola e os alhos e refogue-os em azeite, adicione o camarão e deixe cozinhar até os camarões estarem arosados, cerca de 2 minutos. Retire o camarão e reserve.

Refresque o refogado com o vinho, junte o tomate picado e deixe cozinhar um pouco. Aqui também tenho um truque. Custa-me imenso pelar tomates, sei que há uma técnica Xpto mas eu esmago aquilo tudo. Prefiro comprar o tomate congelado já picado do Pingo Doce que é óptimo.


Adicione o arroz. O arroz é o que quiserem excepto o arroz dos risottos e os mais exóticos como o preto (um dia destes lá chegaremos).
Nesta mesma fase, deve juntar os espargos previamente descascados e cortados em pedaços. 

Envolva tudo, adicione água quente e cozinhe cerca de oito minutos. Tempere com sal e pimenta moída no momento. 

Passados os 8 minutos junte o bacalhau (que já está desfiado e por isso é facílimo), o camarão e a nata com salmão Parmalat (desconheço se existe outra marca com natas deste género). Envolva e cozinhe mais 3 a 5 minutos, dependendo do arroz que utilize. 


Retire do lume e aromatize com os coentros picados envolvendo delicadamente.

 
Rectifique os temperos e sirva.

Delícia, delícia, delícia


segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

As minhas receitas: picanha em cama de Risotto de maçã verde com nozes

Ora ora eu não paro de pensar em receitas giras e diferentes para experimentar!
Mas o mais engraçado é que ultimamente nem tenho que pesquisar muito porque as receitas "encontram-me".
Foi o que aconteceu no fim-de-semana passada quando estava a ver o MasterChef USA e alguém se lembrou de fazer um risotto com ingredientes que eu conheço e consigo comprar: maçã verde e nozes!

Não percebia bem como podia aquilo resultar por achei que ia ficar doce e logo a puxar para ser uma sobremesa! Depois as maçãs. De que maçãs estavam a falar? Não podem ser muito duras, ácidas ou moles... Depois de pensar o bocadinho percebi que só poderia usar as Granny Smith que normalmente encontro no Pingo Doce. Adoro a textura/sabor daquelas maçãs mas raramente como por causa de ser duras para "roer".

E acompanha com o quê?!
Foi nessa parte da receita que eu percebo que tinha de improvisar porque no programa serviram uma carne estranhíssima!

Modas e tendências: Relógios vintage da Casio

Vai haver muito boa gente a mandar vir comigo depois de ler este posto. O motivo é simples: critiquei imenso a moda de usar estes relógios. Porquê? Porque me lembrava a minha meninice e os adultos que me rodeavam… não gostava não gostava e não gostava pronto é o que tenho a dizer.
Mas depois, e tal como a moda vai e volta, também os meus apetites e gostos vão e voltam… aconteceu com os dourados e aconteceu outra vez com estes relógios... É impossível prever o que está por vir, e é essa a magia, contudo, estou aprender que há coisas que se devem guardar pois invariavelmente vão-se voltar a usar… vão por
mim!
 
Eis que em 2012 ressurgem os relógios vintage da Cássio como toda a força. Lançados nos anos 70, os modelos digitais da marca foram verdadeira febre na década seguinte. Quem não lembra daqueles relógios quadradões, do pai ou tio, que tinham como atração principal uma luzinha de fundo para ver as horas no escuro? Pouco depois, foi lançada a coleção Databank, com modelos retangulares equipados com calculadoras, jogos, cronômetro e fuso-horário mundial, uma verdadeira parafernália digital para a época. Por fim, surgiram os G-Shock, que, ao contrário dos outros, nunca caíram no esquecimento.
 
 


 
 
A nostalgia em torno dos relógios começou no Japão, com o lançamento de releituras coloridas do Databank e do LA-2002G... nem sei se nisto há qualquer surpresa mas vamos fingir que sim.
Foi preciso pouco tempo para a tendência chegar à Europa, inundar as montras e nós europeus, dados a andar sempre na moda, não perdemos a oportunidade de andar a passear os tradicionais modelos 80's em prata e dourado… eu só demorei mais dois anos mas já estou lá e com toda a força: Dourado, prateado e preto!! Ahhhh pois é que eu não brinco

Aqui ficam os meus